
Por: Erika Scoralick
A discussão em decidir pela vida, ou pela morte, causa grande impacto social, gera polêmicas no mundo todo, que se fundamenta em um consenso de valores e ética. Sendo mal formuladas, tira do próprio o direito de decidir sobre sua vida ou de outra, que venha a ser gerada. http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2083321-EI306,00.html. A expectativa do Ministério da Saúde era que a proposta fosse aprovada, onde, de sete plenárias, dez preliminares aprovaram a descriminalização do aborto (interrupção voluntária da gravidez com artifícios obscuros, ou mesmo sendo liberados pelo próprio corpo, espontaneamente).
Clóvis Boufleur, da Pastoral da Criança e um dos participantes na Conferência para rejeitar a proposta, disse, categoricamente, que o aborto não resolve o problema da saúde no Brasil. Adson França, diretor de Ações e Programas Estratégicos do Ministério da Saúde, criticou a decisão como sendo “hipócrita” e por ter sido uma das primeiras a ser votada, onde a maioria no momento da votação no plenário era representada pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Clóvis não deve ter muitas informações de que uma das maiores causas de morte entre mulheres é associada a abortos ilegais, e provocados por elas próprias, já que não possuem condições de pagar uma clínica para realizá-los, mas a proposta do incentivo às pesquisas com células-tronco foi aprovada.
Os meios de comunicação, sejam televisivos ou não, abordam a superficialidade do tema e falam do aborto como uma sociedade de espetáculo, que lhes permitem garantir a polêmica e vendagem do produto final, sem levar em conta a questão em si.
Sou a favor, e ao mesmo tempo contra, dependendo das condições em que a nova vida foi fecundada. Não cabe a justiça decidir e obrigar a mulher a ter em seu ventre um embrião de pecado, por crime praticado contra a honra, não sendo este um fruto do amor, ou um comprovado portador de anencefalia (sem cérebro). http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u128796.shtml
Cada situação pode ser justificada e decidida pelo momento, que vai marcar os passos do futuro, construído na própria história, que diferencia o ser, o poder e a razão da liberdade ao direito de escolha do destino, e não ser o meio para outros fins. http://www.ler-qi.org/spip.php?article473
Nos tribunais, que só há condenação nos julgamentos finais, e o da igreja, em não saber definir VIDA de HUMANIDADE, convoco a filosofia na discussão para fazer-me entender HUMANO e PESSOA HUMANA da medicina, que afirma que a vida se dá no encontro do espermatozóide com o óvulo fecundado, gerando, em torno de 10 semanas, o embrião humano, que será conhecido como SER HUMANO. Poderia ainda chamar a sociologia, que busca definir onde estão todos esses SERES HUMANOS, que, em grande maioria, circulam na clandestinidade da VIDA e entregues à própria sorte, com fome de justiça, buscando maneiras de sobreviver, condenados ao abandono das decisões políticas e religiosas de um país dominado por interesses pessoais.
Cada situação pode ser justificada e decidida pelo momento, que vai marcar os passos do futuro, construído na própria história, que diferencia o ser, o poder e a razão da liberdade ao direito de escolha do destino, e não ser o meio para outros fins. http://www.ler-qi.org/spip.php?article473
Nos tribunais, que só há condenação nos julgamentos finais, e o da igreja, em não saber definir VIDA de HUMANIDADE, convoco a filosofia na discussão para fazer-me entender HUMANO e PESSOA HUMANA da medicina, que afirma que a vida se dá no encontro do espermatozóide com o óvulo fecundado, gerando, em torno de 10 semanas, o embrião humano, que será conhecido como SER HUMANO. Poderia ainda chamar a sociologia, que busca definir onde estão todos esses SERES HUMANOS, que, em grande maioria, circulam na clandestinidade da VIDA e entregues à própria sorte, com fome de justiça, buscando maneiras de sobreviver, condenados ao abandono das decisões políticas e religiosas de um país dominado por interesses pessoais.
Esse tema é polêmico e levaria tempo tentando explicar que não posso tirar o passado de ninguém, porque já aconteceu, e nem alterá-lo, ou modificá-lo. O presente é só nosso e a nós cabe decidir o seu futuro dentro da realidade vivida, com atos que digam respeito somente a nós mesmos, fazendo-nos SER, e garantindo o direito a uma vida mais digna, dentro de uma sociedade que não permita mais a discriminação dos seres humanos, independentes da cor, credo e sexo, como maneira de garantir a minha existência entre SER ou não SER!
Links:
http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2007/11/18/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=38393/em_noticia_interna.shtml http://www.youtube.com/watch?v=fyL0xehws4U
http://aborto.no.sapo.pt/
http://www.youtube.com/watch?v=uxOUHauc5eY
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2007/11/aborto-governo-sofre-derrota-fragorosa.html
http://www.youtube.com/watch?v=3fMo3bZqigs&feature=related
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http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2007/11/18/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=38393/em_noticia_interna.shtml http://www.youtube.com/watch?v=fyL0xehws4U
http://aborto.no.sapo.pt/
http://www.youtube.com/watch?v=uxOUHauc5eY
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2007/11/aborto-governo-sofre-derrota-fragorosa.html
http://www.youtube.com/watch?v=3fMo3bZqigs&feature=related
Um comentário:
Parabens palavras muito bem empregadas no texto
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