Por Diego Bacellar
O aborto é uma questão que sempre levanta polêmica, pois não se trata de um assunto apenas científico, mas humanitário e religioso também. Se por um lado, a ciência tem meios de realizar esta intervenção de forma moderna, as comissões de direitos humanos e a Igreja Católica vêm se mostrando extremamente contra esta prática alegando que se trata da vida de um ser humano.
Estudos recentes mostram que são feitos por ano de 46 a 55 milhões de abortos no mundo, isso representa 126 mil por dia. O mesmo estudo comprovou que, desses abortos, apenas 22 ocorrem em países desenvolvidos, os outros 78% são em países subdesenvolvidos. Se estas comissões e a Igreja Católica estivessem tão interessados em salvar seres humanos, por que eles não começam por estes países?
A África é o continente mais pobre do mundo. Ele tem 800 milhões de habitantes, onde 260 milhões vivem abaixo do nível de pobreza segundo os padrões do Banco Mundial. Entre os infectados pelo vírus HIV no mundo, 2/3 estão lá. Na África, a prática do aborto só é legal quando há risco de vida para a mãe, então todos os dias nascem mais crianças com o vírus da Aids e vivendo dentro de uma miséria sem igual.
O que parece desumano é deixar uma das populações mais pobres do mundo crescer descontroladamente. Se o aborto for uma escolha da mãe, então este deveria ser legalizado em países subdesenvolvidos, onde não há condições para criar uma criança. O aborto induzido já é legal em 97 países do mundo, mas 93 países ainda o proíbem. Tudo que nos resta agora é calcular quantos ainda irão nascer nessas condições.
O aborto é uma questão que sempre levanta polêmica, pois não se trata de um assunto apenas científico, mas humanitário e religioso também. Se por um lado, a ciência tem meios de realizar esta intervenção de forma moderna, as comissões de direitos humanos e a Igreja Católica vêm se mostrando extremamente contra esta prática alegando que se trata da vida de um ser humano.
Estudos recentes mostram que são feitos por ano de 46 a 55 milhões de abortos no mundo, isso representa 126 mil por dia. O mesmo estudo comprovou que, desses abortos, apenas 22 ocorrem em países desenvolvidos, os outros 78% são em países subdesenvolvidos. Se estas comissões e a Igreja Católica estivessem tão interessados em salvar seres humanos, por que eles não começam por estes países?
A África é o continente mais pobre do mundo. Ele tem 800 milhões de habitantes, onde 260 milhões vivem abaixo do nível de pobreza segundo os padrões do Banco Mundial. Entre os infectados pelo vírus HIV no mundo, 2/3 estão lá. Na África, a prática do aborto só é legal quando há risco de vida para a mãe, então todos os dias nascem mais crianças com o vírus da Aids e vivendo dentro de uma miséria sem igual.
O que parece desumano é deixar uma das populações mais pobres do mundo crescer descontroladamente. Se o aborto for uma escolha da mãe, então este deveria ser legalizado em países subdesenvolvidos, onde não há condições para criar uma criança. O aborto induzido já é legal em 97 países do mundo, mas 93 países ainda o proíbem. Tudo que nos resta agora é calcular quantos ainda irão nascer nessas condições.
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