Por Tatiana Viard
A polêmica questão da legalização do aborto volta a ser discutida no Brasil, desta vez por conta de uma posição defendida pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão. A proposta seria a liberação da rede pública de saúde nacional para realizar procedimentos de interrupção de gravidez indesejada.
Na contra mão estariam as incontáveis mães que se submetem as práticas abortivas e acabam morrendo ou tendo sérios problemas de saúde. Algumas alegam abusos sexuais, como no caso de estupros ou até abusos de familiares desde a infância.
Contudo, o que deve prevalecer nessa discussão é a ética e a dimensão do que é o valor da vida humana. Ou seja o aborto provocado é uma forma indiscutível de agressão a este valor. É preciso lembrar também que os preceitos da lei brasileira, que, de forma clara trata do direito a democracia que garante a vida humana como um bem e um direito inviolável.
Muitos são os aspectos sob os quais a questão do aborto pode ainda ser vista, todos eles levando à conclusão do equívoco de uma proposta de legalização de práticas abortivas no Brasil. Cientistas afirmam que o início da concepção da vida humana está no óvulo e no espermatozóide. E que a interrupção da gravidez traria discussões sobre a questão de que um aborto seria mesmo um método homicida?
terça-feira, 27 de novembro de 2007
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