Por Nathan de Lima
A legalização do abordo costuma gerar muita polêmica, mas normalmente só em países menos desenvolvidos, ou escravos de crenças religiosas. Interromper uma gravidez indesejada é um direito de todo casal, principalmente se ele não tiver condições financeiras o suficiente para gerar e cuidar desta criança. Recentemente as noticiais sobre recém nascidos abandonados em rios, ou latas de lixo vem aumentando, como o caso que aconteceu recentemente em Manaus, onde o sofrimento do bebê só não foi maior porque um jardineiro o encontrou com cordão umbilical e tudo.
Não é de se esperar outra atitude de uma mãe que para o bem de seu filho, em um país onde os salários são tão baixos, queira evitar que seus descendentes já nasçam pré-destinados à fome, miséria e abuso de uma sociedade, que torce pela morte dos mais fracos, para poder continuar lucrando.
Além do mais, o aborto só é ilegal para quem não tem dinheiro para fazê-lo. Hoje em dia é fácil e quase todos das classes A, B ou C, sabem encontrar uma clínica especializada, que infelizmente por não ter apoio do governo, acaba não dando garantias de um trabalho bem feito, fazendo do aborto a segunda maior causa de morte materna em algumas cidades brasileiras.
Algumas nações mais desenvolvidas, como a Holanda, estão tentando praticar o “livre arbítrio” pregado na bíblia sagrada e para isso lançaram um barco chamado de Women on Waves , que pratica o abordo em águas internacionais.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
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